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Exposicions

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De 21 a 25 de maio, a Cidade do Panamá organiza a primeira edição da Pinta Panamá.

El retorno del mañana, cortesía MAC
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bonart panamá - 20/05/25

A capital do Panamá está organizando a primeira edição da Pinta Panamá Art Week, um programa artisticamente potente, com atividades que permitem ao público explorar uma cidade em constante expansão cultural. Com esta primeira edição, dentro das Semanas de Arte de Pinta, o objetivo é posicionar a capital panamenha como um destino de referência no calendário artístico e cultural internacional.

Cinco dias nos quais o visitante encontrará exposições de arte contemporânea, visitas guiadas a ateliês de artistas, percursos artísticos por galerias, coleções, fundações e museus da cidade, todo um contexto sob a curadoria de Irene Gelfman (curadora global da Pinta) e Emiliano Valdés (curador da Guatemala, que no passado foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna de Medellín).

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A singularidade da Cidade do Panamá dá origem a um contexto repleto de pluralidade e diversidade, além disso, a Pinta Panamá Art Week reunirá arte contemporânea, sem deixar de se deixar cativar pela arquitetura, gastronomia, tradições, começando pela exposição Lo que sueña toda vida, um coletivo de Felipe Gómez, Jonathan Harker, Libertad Rojo e o programa Enlaces.

Com base no conceito específico de 'efervescência, construção e identidade', Emiliano Valdés enfocará esta primeira edição da Pinta Panama Art Week. Segundo a curadora, a arte contemporânea é marcada por uma agitação constante que busca conectar e transformar identidades. Com ele no comando, buscamos refletir sobre como a construção da identidade do Panamá e da América Latina é influenciada por múltiplas interações históricas, sociais e culturais.

Artistas renomados, assim como emergentes, terão a oportunidade de usar esses cinco dias para representar diferentes formas de criar, realidades diversas, mas, acima de tudo, representam uma enorme oportunidade de posicionar o Panamá como um centro cultural fundamental em toda a região. No âmbito expositivo, será o momento de desenvolver mostras de algumas das principais instituições do país, como o Museu de Arte Contemporânea do Panamá (MAC), o Museu da Mola (MuMo), o Museu do Canal Interoceânico do Panamá ou a Casa Santa Ana.

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Mas as galerias também terão seu lugar, destacando o papel do Diablo Rosso e sua projeção internacional, além da ArtConsult, galeria da capital e espaço indispensável para a conservação, gestão da arte e comercialização da arte contemporânea. Pinta Panama terminará com uma visita guiada à coleção mercantil Formas Expandidas de Desenho com obras de Armando Reverón, Marisol Escobar, Jesús Soto, Gego, Carlos Zerpa e artistas contemporâneos selecionados.

Lima marcou o início da turnê artística Pinta 2025, com a segunda parada no Panamá, para chegar em agosto com a terceira parada que marca a Pinta Asunción no Paraguai, terminando em outubro em Buenos Aires e de 4 a 7 de dezembro, a última Pinta Art Week em Miami. Neste contexto, o Panamá também organizará o Fórum como uma forma próxima e reflexiva de aprender sobre arte a partir de múltiplas perspectivas com Julia Morandeira (Museo Reina Sofía), Gerardo Mosquera (crítico em Havana e Madri), María Sancho-Arroyo (Sotheby's em Nova York) e Sofia Villena (curadora-chefe do MADC em San José).

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